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Ufopa sedia o 1º Workshop do Programa LBA/MCTIC

  • Publicado: Terça, 27 de Junho de 2017, 17h51
  • Última atualização em Quarta, 19 de Julho de 2017, 14h46

Ciclagem do carbono e a sazonalidade da fotossíntese na floresta amazônica, compostos orgânicos voláteis na atmosfera e concentração de carbono no rio Amazonas foram alguns dos estudos mostrados no evento

Com a participação de docentes, estudantes de graduação e de pós-graduação, a Ufopa, o Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA) e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) promoveram nesta segunda-feira, 26, o 1º Workshop do LBA, no qual foi apresentado um panorama institucional das ações do LBA e das pesquisas desenvolvidas no sítio de Santarém e em outras localidades. Durante a abertura do evento, estiveram presentes a reitora, Raimunda Monteiro; o diretor do Inpa, Luiz Renato de França; e o gerente científico do LBA, Niro Higuchi.

“O LBA tem uma importância enorme na região nos estudos de clima e alteração de clima e a relação com o meio ambiente. Foram várias ações ao longo dos anos porque o programa é sedimentado e altamente importante para o país. Pois, embora a gerência científica e administrativa esteja no Inpa, o LBA é um programa nacional do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que envolve dezenas de instituições do Brasil. Na região, temos como parceiros a própria Ufopa e também a UFPA, a Ufam, o Museu Emílio Goeldi e a OEA”, disse o diretor do Inpa.

Para ele, trazer a reunião do comitê científico e o workshop para Santarém foi apropriado, pois fora de Manaus a área mais importante é a cidade de Santarém. “Aqui nós temos o núcleo do Inpa, o do LBA e a Ufopa, e quando analisamos os indicadores, de fato, é muito importante”, avalia.

Capacitação e produção do conhecimento

Em 20 anos de programa, mais de 5 mil pessoas já foram capacitadas pelo LBA. Na produção de conhecimento, 467 teses e 347 dissertações já foram defendidas. Na divulgação da ciência, os números também são significativos: 2.143 artigos foram publicados em revistas indexadas.

Na avaliação do gerente, Niro Higuchi, em termos de formação e massa crítica, o sítio do LBA em Santarém foi mais importante do que o de Manaus. “Lá já havia uma vida própria e o LBA chegou e fez sede. Já aqui foi o contrário, havia um grupo pequeno, as pesquisas na área ainda eram incipientes, então o impacto da instalação do programa foi muito maior. Atualmente, 20 anos depois, nós percebemos que há profissionais capacitados para trabalhar na área”, defende Higuchi.

Com o acompanhamento da Proppit, a Ufopa participa das ações do LBA com a atuação de docentes e discentes de pós-graduação e de graduação na elaboração de dissertações de mestrado e teses de doutorado. “A cooperação técnica com o programa é relevante para o desenvolvimento científico da região amazônica”, enfatiza a reitora da Ufopa, Raimunda Monteiro.

Talita Baena – Comunicação/Ufopa

26/6/2017

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